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“A revisão do Plano Diretor da Cidade foi promessa de campanha, estamos no final do mandato e até agora essa Casa não recebeu nenhum projeto”

Publicado em 10/03/2020 às 16:16 - Atualizado em 10/03/2020 às 16:16

Esta foi a declaração do presidente do Legislativo hervalense Sérgio Moacir do Nascimento- Serginho- na sessão desta segunda-feira
Créditos: Joce Pereira Baixar Imagem

Herval d’ Oeste – Ao fazer esta declaração o presidente da Câmara se referiu ao fato de que a revisão do Plano Diretor foi promessa de campanha do Executivo e até agora o Poder Público sequer mandou um projeto para esta Casa de Leis, enquanto não ocorrer estas mudanças Herval d’ Oeste vai ficar engessado, não terá como crescer, atrair empresas, gerar emprego e renda, estamos aguardando este Plano Revisto desde o início do mandato e até agora nada aconteceu”.

                                     Serginho também falou sobre a proposta do vereador João Marqueze em trazer pessoas que tenham conhecimento sobre o Fundo para Infância e Adolescência (FIA). Sergio sugeriu fazer uma Sessão Temática sobre o assunto e convidar todos os empresários da cidade. “ Além das empresas, as pessoas físicas também podem repassar o valor do Imposto de Renda para esta fundação que desenvolve importantes trabalhos sociais, assim os recursos ficam no município e podem ajudar e em muito nossas crianças e adolescentes”.

                                      O presidente também se referiu ao projeto de lei que aprovou rapasse de recurso de cerca de R$ 100 mil para compra de brita, para a comunidade de Itororó, totalizando 12,5 quilômetros emenda do deputado Romildo Titon (MDB), solicitação da família Lunardelli. Em relação a esta questão, o presidente lembrou que o município tinha um britador. “O município produzia sua própria brita, não havia custo, mas hoje o britador está parado, pois roubaram o motor que pesava toneladas, o caso está no MP, esperamos que logo se elucide”.

                                    Quanto a detentos estarem prestando serviços à comunidade, e diante da preocupação de algumas pessoas, Serginho foi em busca de informações. “São pessoas que cometeram pequenos delitos, é um trabalho de ressocialização”.

                                         Sérgio também se referiu ao fato de que muitos vereadores reclamam que alguns setores do município, como de obras, inicia um serviço em determinada comunidade, deixa pela metade e vai trabalhar em outro local. “Isso vai continuar a acontecer enquanto os gestores públicos não se atentarem para a contratação de pessoas técnicas e não por indicação política, isso precisa acabar”